Riquezas do Brasil Constroem Portugal

Imigrar, Abastecer e Retornar

Ivanir Faria

Na cadência dos pólos da expansão, a partir dos meados do século XVIII, Portugal se tornou num dos grandes viveiros de homens migrantes. Partiam sobretudo para o Brasil, tendo a maioria a sorte ou as boas oportunidades como aliados na Terra de Santa Cruz. Anos mais tarde, retornavam com os bolsos cheios para investir na “terrinha”.

Ao Minho, região Norte, de onde partiram, regressavam e plantavam palácios e palacetes monumentais, assim como em doações generosas ajudavam a erguer Mosteiros, Igrejas e Capelas em agradecimento aos céus pela boa sorte.

O Norte tem a tradição da religiosidade latente e ainda hoje exibe a maior quantidade de monumentos arquitetônicos, as “casas de brasileiros”, sinónimo de fartura, tanto que há expressões minhotas como “era um Brasil”, “pareces um brasileiro” para significar abundância.

Não é raro ver, entretanto, igrejas de uma torre só, com a outra pela metade, como vê-se na fotografia da matriz de Ponte da Barca, na altura em que começaram a esgotar os recursos e novos tempos se aproximavam. Mas isso são fatos para contar noutro contexto…

Igreja Matriz de Ponte da Barca

A Igreja Matriz é também conhecida como Igreja de S. João Baptista. Foi reformulada entre 1717 e 1738 sob o traço do engenheiro vianense, Manuel Pinto Villalobos, que lhe deu uma ampla espacialidade barroca.

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