Jessé: Voa à Liberdade!!!

Alma e Voz, Jessé, Que saudades!!!

Jessé

Se estivesse vivo, o cantor Jessé faria 59 anos no próximo 25 de Abril. Jessé Florentino dos Santos nasceu em Niterói em 1952. Cantor excepcional, faleceu há dezoito anos, no dia 29 de Março de 1993. Partiu muito jovem, aos 40 anos,  devido a um traumatismo craniano sofrido num acidente de carro quando se dirigia para a cidade de Terra Rica, no Paraná, para fazer um espetáculo.

Nasceu no Rio de Janeiro, foi criado em Brasília e já adulto, em são Paulo atuou como crooner em boates. Depois, integrou os grupos Corrente de Força e Placa Luminosa, animando bailes por todo o Brasil.
Nos anos 70 gravou em inglês com o pseudônimo de Tony Stevens, mas só foi revelado ao grande público em 1980, no Festival MPB Shell da Rede Globo. Com “Porto Solidão” (Zeca Bahia/ Ginko), seu maior sucesso, ganhou o  prêmio de melhor intérprete do festival.

Ganhou em 1983 o XII Festival da Canção Organização (ou Televisão Ibero-Americana) (OTI) realizado nos estados Unidos. Em Washington levou os prêmios de melhor intérprete, melhor canção e melhor arranjo para “Estrelas de Papel” (Jessé/ Elifas Andreato).
De voz muito potente, gravou 12 discos (como os álbuns duplos “O Sorriso ao Pé da Escada” e “Sobre Todas as Coisas”) mas infelizmente nunca conseguiu os louros da “crítica” especializada.

Discografia

  • Jessé (1980)
  • Jessé vol. 2 (1981)
  • Jessé vol. 3 (1982)
  • Sorriso ao pé da escada (1983)
  • Estrela de papel (1984)
  • Sobre todas as coisas (1984)
  • Todos os palcos (1985)
  • Ao meu pai (1985)
  • Eterno menino (1987)
  • Convite para ouvir Jessé – Coletânea (1988)
  • Jessé – Série Brilho (1988)
  • Jessé in Nashville (1989)
  • Glória ao Pai – Coletânea (1991)
  • Raízes (1993)
  • Voa liberdade (1993)
  • Jessé – 20 preferidas vol.1 (1996)
  • Jessé – 20 preferidas vol.2 (1997)
  • Pérolas – Coletânea (2000)
  • O inesquecível Jessé (2003)
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Uma resposta a Jessé: Voa à Liberdade!!!

  1. Ricardo diz:

    Uma vez, me lembro que quando eu tinha lá meus 16 anos, em 1988, estava-mos em uma debate na minha rua, cada um opinava qual era a melhor voz do Brasil. Uns falavam que era Renato Russo, outro Tim Maia, não saia desses dois grandes cantores. Quando chegou minha vez, lembrei da Canção Porto Solidão e disse que a melhor voz era do Jessé. Todos baixaram a cabeça em sinal de respeito, pois Jessé era muito respeitado, até mesmo entre os jovens como eu. Parabéns a Jessé por tudo que fez à música brasileira.

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